Para podermos compreender o fenômeno das disfunções sexuais femininas e masculinas é necessário conhecermos primeiramente o conceito de funcionamento "normal" no funcionamento sexual.
Tanto a função quanto a disfunção sexual são avaliadas e compreendidas por meio da evolução dos estudos da resposta sexual humana.
Os percursores da compreensão do ciclo da resposta sexual humana foram dois pesquisadores, da área de sexualidade, da década de 60: William Master (ginecologista) e Virginia Johnson (psicóloga).
Estes pesquisadores descobriram, por meio de pesquisas laboratoriais, que homens e mulheres manifestavam um ciclo de resposta fisiológica durante a relação sexual: Excitação, Platô e Orgasmo, sendo conhecido como ciclo da resposta sexual humana.
Tanto a função quanto a disfunção sexual são avaliadas e compreendidas por meio da evolução dos estudos da resposta sexual humana.
Os percursores da compreensão do ciclo da resposta sexual humana foram dois pesquisadores, da área de sexualidade, da década de 60: William Master (ginecologista) e Virginia Johnson (psicóloga).
Estes pesquisadores descobriram, por meio de pesquisas laboratoriais, que homens e mulheres manifestavam um ciclo de resposta fisiológica durante a relação sexual: Excitação, Platô e Orgasmo, sendo conhecido como ciclo da resposta sexual humana.
Na década de 70, Helen Singer Kaplan, médica psiquiatra, psicanalista e pesquisadora na área de sexologia, acrescentou aos estudos anteriores de Masters e Johnson a fase do desejo, prescedendo as fases citadas anteriormente, e a fase de resolução, como a última fase do ciclo da resposta sexual.
O desejo, para a pesquisadora, é uma motivação que prepara o corpo dos homens e das mulheres para o momento da relação sexual e a resolução uma fase onde o corpo se recompõe para iniciar um novo ciclo.
Em 2000, Rosemary Basson, propôs um novo modelo de ciclo da resposta sexual em que o desejo não precisa anteceder as demais fases e sim acontecer e se misturar com outras fases da resposta sexual, conhecido como modelo circular.
A evolução das pesquisas referente a esse ciclo nos mostra que a resposta sexual tem uma base biológica essencial, mas é vivenciada em um contexto interpessoal, intrapesaol e cultural.
Sendo assim, a ausência de disfunções sexuais dependerá da preservação do ciclo da resposta sexual humana.
Porém, na presença de alterações na resposta sexual (disfunção sexual) somente uma avaliação médica (ginecologista e urologista) e psicológica (especialista em sexologia) poderá identificar com precisão a queixa e indicar o melhor tratamento para a mesma.
Psicóloga Me. Ana Larissa Marques Perissini - CRP 06/71000
Aprimoramento em Psicologia da Saúde - Especialista em Terapia Cognitiva-Comportamental - Especialista em Psicologia da Saúde - Especialista em Psicologia Hospitalar - Especialista em Sexualidade: Terapia Sexual e Orientação - Mestre em Ciências.
Há 18 anos atuando no tratamento das disfunções sexuais e no acompanhamento de casais inférteis - Há 10 anos realizando o acompanhamento psicológico de portadores de TDAH.



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